Não basta gerar tecnologia, é preciso simplificar o acesso ao crédito rural
- Rômulo Marques
- 26 de out. de 2020
- 1 min de leitura
Atualizado: 24 de nov. de 2020
Existe uma frase de Rui Barbosa que diz: “No mundo moral, como no mundo físico, tudo muda numa base que não muda nunca”.

A história do agronegócio brasileiro e sua continuidade tem muito a haver com essa frase! Todos sabem que a revolução do agronegócio brasileiro teve início em 1974, que por determinação do então presidente da república General Ernesto Geisel convidou o professor de Universidade de Lavras, Alysson Pulinelii para assumir o MAPA (Ministério da Agricultura e Pecuária).
Foi quando implantou o sistema EMBRAPA, mandou mais de 1000 técnicos para as melhores universidades do mundo para aprender ciência e desenvolver no Brasil uma inédita agricultura tropical.
Mas não basta gerar tecnologia. Ela tem que ser levada ao produtor e oferecer os meios para que possa ser implantada.
E qual foi a base que não muda?
A pesquisa, a extensão rural e o crédito rural. Ou seja, precisamos continuar gerando novas tecnologias, modernizar um sistema de extensão rural público e privado e criar novos modelos, de modo a facilitar o acesso ao crédito rural pelos produtores rurais.
Esse tripé tem de estar bem equilibrado. Hoje temos um respeitável estoque de conhecimentos e um serviço de extensão caminhando para uma boa estruturação. Mas ainda temos muito a avançar na maior agilidade no crédito rural.
Simplificar os acessos ao crédito principalmente para os 4,5 milhões de produtores que ainda estão a margem de modernos processos produtivos.
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